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Pra. Rute Cardoso

À Rádio Plenitude FM-105.3.

Jeremias, Cap. 18. 1-6

                 18 - 1   Palavra do SENHOR que veio a Jeremias, dizendo:

18 - 2
  Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.

18 - 3
  Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas.

18 - 4
  Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu.

18 - 5
  Então, veio a mim a palavra do SENHOR:

18 - 6
  Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? — diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.

INTRODUÇÃO

     Conta-se de uma criança que admirava um belo vidro de perfume em sua casa. O acesso à este líquido era impossível, dado a dificuldade do lacre. Somente os adultos é que acessavam, a criança não. Um certo dia um adulto apressado, quebrou o lacre, deixando porém a tampa sobre o vidro. Em mais uma de suas tentativas a criança finalmente acessou a tão sonhada fragrância, e exclamou satisfeita: “Quebrado ficou melhor!”.

     A dor é o forma que Deus usa muitas vezes, na transformação do nosso caráter.

     TEMA: QUEBRADO, FICA MELHOR!

1.      ESTAR DISPOSTO A OUVIR E A VER.

Quando Deus chamou a Jeremias e o orientou a ir à casa do oleiro, ele não sabia o que Deus queria lhe mostrar e nem lhe dizer. Fala e imagem. Duas lições que o profeta aprenderia antes de profetizar à casa de Israel. Ele compreenderia de forma humana o que o Divino Oleiro queria dizer. O povo entenderia a linguagem, porque o trabalho com cerâmica era muito usado no Oriente próximo.

           Para dar grandes lições Deus costuma usar exemplos cotidianos para tornar fácil a compreensão e a aplicação da mesma.

  

2.      ACEITAR SER QUEBRADO.

O material que estava sendo usado era a argila, necessitava de duas pedras, equilibradas por um eixo de ferro. O oleiro pisava girando o pé na roda debaixo, esse movimento deslocava ou fazia girar a pedra redonda de cima.

A argila fica entregue às mãos do oleiro que vai criando sua obra, segundo sua inspiração. Mesmo com a experiência do oleiro, pode haver um desmanche do vaso que se “quebra ali nas mãos do seu criador.” Uma vez quebrado a massa retorna a forma original, para ser reiniciado o trabalho.

3.      EXPERIMENTAR SER UM NOVO VASO.

 É a oportunidade que o oleiro tem, de reiniciar uma nova idéia de formação.

Após havermos resistido a dor e experimentado o descanso é ora de sermos novamente refeitos, reanimados, para uma nova oportunidade já respirando o recomeço,  partimos em busca de maturidade com o fim de alcançarmos outros níveis, outros degraus da fé e do conhecimento de Deus. Desta feita sem o melindre de ser quebrado, sem o medo de perder, sem maquiagem espiritual ou emocional.

O texto conclui com uma pergunta: “Não poderei EU fazer de vós como fez este oleiro, oh, Casa de Israel?”

CONCLUSÃO

Não pode O Senhor Divino Oleiro fazer o mesmo conosco? Para refazer Ele precisará nos desmanchar. Desmanchar preconceitos, idéias religiosas, medos, traumas, lembranças doloridas, indisciplinas de fé, rebeldias..., Deus faz novas todas as coisas”  (Ap. 21. 5a). Ele tem maior interesse em nos mudar ou melhor, Ele quer que mudemos, que deixemos as velhas tradições, nos renovemos pelo poder da Sua Palavra, que nos deixemos quebrar diante da Sua direção, do Seu Poder, da Sua Glória com o fim de vivermos o Seu melhor e sermos usados para sua honra e engrandecimento do Seu nome.

Deus quer desmanchar em nós a velha natureza, nos transformando em nova criatura que O tema, e O glorifique em tudo.

Amém!

 


 

À Rádio Plenitude FM-105.3

 

Não te mandei Eu?
                             Js.1.8

Certos do chamado do Senhor, enfrentar as dificuldades sem esmorecer as mãos, é preciso. Sabendo que o preço não é maior que a graça, PROSSIGAM!!!


PARABÊNS PELO III
ANIVERSÁRIO.

Equipe do programa EIS-ME AQUI.

Características daquele
Que aprendeu a
Confiar no Senhor
.

Sl. 40

            Sabe Esperar
Esperar é um dom. Às vezes natural, ou seja, faz parte da personalidade do ser, ou pode ser aprendido, através da dor constante e algumas vezes injusta, mas o cristão as transforma em aprendizado.
            Não se inquieta
Como aprendeu a esperar tem domínio de si. Quando os soberbos se levantam, aquietar-se confiando no Senhor é um exercício disciplinar eficiente. Evita problemas de saúde e agrada a Deus.
            Descansa
Atravessando as etapas críticas das primeiras dificuldades, descansar em Deus é matéria aprendida. O descanso nada mais é que a sujeição da nossa vontade à soberana vontade do Senhor. Saber que Ele é provedor, libertador, salvador, Deus presente, Deus conosco.
Jamais, alguém que aprendeu a crer, vai entrar no jogo emocional do desespero e da ansiedade. Mesmo que esses pensamentos cheguem, não terão abrigo, por causa da mente renovada pela Palavra de Deus.


 

...Muitos são chamados, mas poucos escolhidos.
(MT. 20:16b.)

 

Todos nós lidamos com agitações diversas, e atividades diárias que nos tomam bastante tempo, com isto, faltam-nos forças e espaço à reflexão da fé. É comum vermos cristãos extraírem da palavra o que lhes é conveniente. Contentarmos-nos apenas em ler citações bíblicas sem o cuidado necessário da aplicação pessoal.
Falando do texto de MT.20:16b, destacamos os verbos: CHAMAR E ESCOLHER, chegando ao consenso de que Jesus falou aos seus discípulos e a multidão em geral, diga-se de passagem que ele não estava preocupado em grandes mensagens, ele não queria impressionar ninguém, apenas cumprir o seu papel de mestre das almas e com isso levar pessoas a uma auto avaliação. Nesta vemos indicadores de três comportamentos humanos: AVAREZA, INVEJA e COMPROMISSO. Quando lemos esta parábola, somos ensinados e conduzidos a pesquisar nosso interior, fazemos também uma revirada nas gavetas da alma onde guardamos e escondemos comportamentos nocivos que comprometerão a nossa escolha. O mestre choca-nos conosco, provocando um sentimento de lógica humana, justiça própria, injustiça, direitos sociais, pessoais e por aí vai, até que não conseguiremos e exigiremos tudo o que é “justo”.
Tornar-mos escolhidos, é uma questão de busca, investimento constante, vigilância, mudança de comportamento, crucificação do egoísmo, da avareza, do mal estar da nossa natureza corrompida pelo pecado, que impregnou em nós. A Bíblia em SL.51:5 “...em pecado me concebeu a minha mãe”. Lemos em RM 3:23 “Todos pecaram....” portanto não existe saída humana para mudança sem a auto avaliação. Precisamos mergulhar na busca constante de nossas deficiências, sem que isto se torne motivo para entrada na mente de culpa e do auto-flagelo. Portanto, quando lemos FL. 4:8 encontramos a nossa disposição. Esta busca deve ser algo saudável, construído uma nova identidade. Encontrando comportamentos errados, qual deve ser a nossa atitude? Colocar tudo em confissão diante do altar do Senhor para obtermos perdão e em tempo aceitável, andarmos vigilantes conosco. Nossa natureza caiu lá em Adão, Cristo o novo Adão quer concertar-nos dessa queda. Vigiemos, isto se chama, COMPROMISSO, este é o terceiro indicador humano, mostrado nesta parábola. Tal indicador precisa ser uma decisão de acertar, não religiosa, para cumprir tabela ou regra de religião, guardando apenas dogmas humanos. Isto não consta na análise de mudança, mas são apenas regras humanas. O compromisso em primeiro lugar é com o dono da vinha e em segundo lugar consigo mesmo. Tudo isto como resultado de uma decisão tomada aos pés da Cruz.
A salvação é dada a todos. A alegria por tê-la é para todos. Tanto os que há anos já seguem o caminho, quanto os que acabaram de recebe-lo. O dono os tratará de igual modo. A única diferença é dentro de cada um. A medida do gozo depende do modo como nos comportamos. O dom de Deus é dado a cada um segundo a medida da fé. (RM. 12:3b). Todos são chamados, mas poucos são escolhidos, devido a seleção feita pelo Senhor mediante nossas atitudes. Somos confrontados conosco, e aí? Entra a fé, escudo sem o qual é impossível agradar a Deus – Hb. 11: 6 pois ela é quem demonstra nossa entrega verdadeira. Ele é soberano, e em sua soberania nos conhece desde a essência. No exemplo da vinha, hoje vemos cristãos quando chamados ao serviço indagando quanto ganhará pelo seu trabalho. Pessoas querendo apenas se dar bem. O ser humano não mudou, por isto que a Bíblia é o livro dos séculos. O campo é o mundo, a seara é grande, mas poucos são os ceifeiros (Lc. 10: 2). O interesse e a avareza andam juntos, o COMPROMISSO é o que nos torna escolhidos. Ele é um comportamento oriundo da reflexão e amor.  Algo gerado, ponderado e decidido. O Espírito Santo sempre orienta e dirige pessoas que se expõem a isto. O mesmo espírito nos levara a uma entrega do bem mais precioso: nossa vida. Até que cheguemos diante do Pai, consciente do que, somos servos, e de querermos, servi-lo e dizer-mos: EIS-ME AQUI, ENVIA-ME A MIM. (Is. 6:8)

Visite nossa Igreja
1ª Igreja Batista em Bomba do Hemetério
Pra. RUTE CARDOSO GOMES
Rua: Pastor Benoby Carvalho de Souza, Nº 20,
Água Fria, Recife Pernambuco

PARABÉNS PROGRAMA
EIS-ME AQUI

1º ANO AQUI NA PLENITUDE FM


Cicero,Pr Toni de Papagaio,Marlene
Pastora Rute Cardoso e Daniel


Daniel, Henrique,Prª Rute e Marlene

Parabéns a toda equipe do programa EIS-ME AQUI
Este programa que obedece o IDE de JESUS em levar MISSÕES através do
Rádio, e a nossa Rádio Plenitude FM 105.3 tem se preocupado em oferecer o melhor para
termos a total propagação do evangelho, quer seja no Rádio ou na Internet,
Parabéns, Parabéns mesmo a toda Equipe deste programa e em Especial a Pastora Rute Cardoso e a todos da
1ª Igreja Batista em Bomba do Hemetério.

Direção da Rádio Plenitude FM.

PARABÉNS PAPAI

OBRIGADO PAI!!!

Obrigado, pai Pela vida!
Pela coberta que me aquece
Pelo teto que me abriga
Por tua presença amiga

Obrigado, pai
elos doces
Pelos presentes,
Pelos passeios na praça

Obrigado, pai
elo suor na fronte
E pelos braços cansados
No final da jornada
Para que nada me faltasse
Obrigado, pai
Pelas noites em claro
Quando o dinheiro não deu
E mesmo assim,
Nunca nos abandonaste

Porque me castigaste
Quando eu estava errado
E por tentar me mostrar
O caminho da verdade
Obrigado, pai
Por tantas vezes que abdicaste
Teus sonhos para realizar os meus
E abriste mão das tuas vontades
Para realizar meus caprichos.

Obrigado, pai
Porque tu existes!
Porque és meu pai,
E porque toda tarde,
voltas pra casa.


D.Pedro I
Nome completo do Imperador Dom Pedro I (1798 - 1834): Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.


A separação política entre a colônia do Brasil e a metrópole portuguesa foi declarada oficialmente no dia 7 de setembro de 1822.

O processo de independência começa com o agravamento da crise do sistema colonial e se estende até a adoção da primeira Constituição brasileira, em 1824.

Cresce a condenação internacional ao absolutismo monárquico e ao colonialismo. Aumentam as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e o excesso de impostos numa época de livre-mercado e circulação de mercadorias.

A instalação da Corte portuguesa no Brasil, em 1808, contribui para a separação definitiva das duas nações. Com a Revolução do Porto, em 1820, a burguesia portuguesa tenta fazer o Brasil retornar à situação de colônia.

A partir de 1821, as Cortes Constituintes - o Parlamento lusitano - tomam decisões contrárias aos interesses brasileiros, como a transferência de importantes órgãos administrativos para Lisboa. Também obrigam Dom João VI a jurar lealdade à Constituição por elas elaborada e a retornar imediatamente a Portugal.

O rei português volta, mas deixa no Brasil o filho Dom Pedro como Regente, para conduzir a separação política, caso fosse inevitável. Pressionado pelas Cortes Constituintes, Dom João VI chama Dom Pedro à Lisboa.

Em 29 de dezembro de 1821, Dom Pedro recebe um abaixo-assinado pedindo que não deixe o Brasil. Sua decisão de ficar é anunciada no dia 9 de janeiro do ano seguinte, num gesto enfático. O episódio passa à História como o Dia do Fico.

Entre os políticos que cercam o Regente estão os irmãos Antonio Carlos e José Bonifácio de Andrada e Silva, e o Visconde de Cairu, José da Silva Lisboa. Principal ministro e conselheiro de Dom Pedro, José Bonifácio luta, num primeiro momento, pela manutenção dos vínculos com a antiga metrópole, resguardando o mínimo de autonomia brasileira.

Convencido de que a separação é irreversível, aceita a independência desde que a monarquia continue. Para ele, o regime monárquico é o único capaz de neutralizar a intervenção portuguesa nas províncias e preservar a unidade político-territorial do país. Fora da Corte, outros líderes liberais, como Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa, atuam nos jornais e nas lojas maçônicas. Fazem pesadas críticas ao colonialismo português e defendem total separação da metrópole.

Em 3 de junho de 1822, Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, baixa um decreto considerado inimigas tropas portuguesas que desembarquem no país. Cinco dias depois, assina o Manifesto às Nações Amigas, redigido por José Bonifácio. Nele, Dom Pedro justifica o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura "a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal".

Em protesto, os portugueses anulam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, ameaçam com o envio de tropas e exigem o retorno imediato do príncipe regente.

No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a São Paulo, Dom Pedro recebe as exigências das Cortes. Irritado, reage proclamando a Independência do Brasil. Em 12 de outubro de 1822, é aclamado imperador pelos pares do Reino e coroado pelo bispo do Rio de Janeiro em 1º de dezembro, recebendo o título de Dom Pedro I.

No início de 1823, realizam-se eleições para a Assembléia Constituinte da primeira Constituição do Império Brasileiro. A Assembléia é fechada em novembro por divergências com Dom Pedro I. Elaborada pelo Conselho de Estado, a Constituição é outorgada pelo imperador a 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor e vencidas as últimas resistências portuguesas nas províncias, o processo da separação entre colônia e metrópole está concluído. Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras, triunfa o espírito conservador e centralizador de José Bonifácio.

"Independência sem revolução" era a expressão usada na época para definir o pensamento do principal conselheiro de Dom Pedro I. Ele pregava a independência sem mudança de regime, ou seja, sem a proclamação da república, e sem nenhuma mudança social importante, como a extinção da escravidão.

Nome completo do Imperador Dom Pedro I (1798 - 1834): Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.

Sua frase histórica: "Viva a independência e a separação do Brasil. Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro promover a liberdade do Brasil. Independência ou Morte!". Em 7 de setembro de 1822, às 16:30hs.

Em 1972, na comemoração do sesquincentenário da Independência, os restos mortais de Dom Pedro I voltaram ao Brasil. Encontram-se no museu do Ipiranga.

Pesquisa feita no Almanaque Abril

 

 


NÃO É COMIGO


Esta é uma estória sobre 4 pessoas:
TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.

Havia um importante trabalho a ser feito,
e TODO MUNDO tinha certeza que ALGUÉM o faria.

QUALQUER UM poderia tê-lo feito mas NINGUÉM o fez.

ALGUÉM zangou-se, porque era trabalho de TODO MUNDO.

TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo,
mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.

Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM,
quando NINGUÉM fez, o que QUALQUER UM poderia ter feito!

autor desconhecido

 

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